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Grunitzky realiza o IX Encontro de Contadores e Gestores de OPS
A Grunitzky Auditores e Consultores realizará, em setembro, o III Módulo do IX Encontro de Contadores e Gestores de Operadoras de Planos de Saúde (OPS), com o objetivo de atualizar, aprimorar e intercambiar os profissionais da área contábil do mercado de OPS.
O tema deste módulo é “Principais Normas Contábeis Aplicáveis às OPS”, o qual também é o tema da primeira palestra que será ministrada pelo sócio-diretor da Grunitzky, Moacir José Grunitzky, e abordará temas como: ajustes a valor presente, ativo imobilizado ao valor recuperável de ativos, ativos intangíveis e programas de prevenção, entre outros assuntos.
A segunda palestra será sobre “Aspectos Tributários a serem observados pela OPS”, com o advogado e consultor tributário Alexandre Bleggi Araujo, falará sobre (Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) E Imposto sobre Serviço (ISS), declaração de serviços médicos, entre outros assuntos.
O sócio-diretor da Grunitzky Charles André Rovigo, abordará o último tema “Informações Periódicas, e Eventuais à ANS”, abordando dentre muitos outros assuntos, sobre Documentos de Informações Periódicas (DIOPS), Sistema de Informação de Produtos (SIP) e Fluxo de Caixa Mensal.
O III Módulo do Encontro acontecerá em Porto Alegre - RS (14/09); Recife - PE (21/09); São Paulo - SP (16/09) e Belo Horizonte - MG (23/09). A inscrição pode ser feita on-line pelo site www.grunitzky.com.br.
O investimento na realização dos dois módulos para clientes Grunitzky e DIOPS X-PRESS é de R$ 1.200,00, já para não clientes de R$ 1.600,00. Os clientes que preferirem participar de apenas um módulo pagarão R$ 660,00 e os não clientes R$ 880,00.
O módulo IV será realizado em dezembro com o tema “Preparação e elaboração das demonstrações contábeis de 2010 - CPC 26″.
Kelly Ayres
Priscila Ribas
RDO Brasil
Prótese de silicone não é vitalícia
Aumentar os seios é o desejo de muitas mulheres, dados comprovam que o implante de silicone é um dos procedimentos cirúrgicos mais procurados. Porém, o que muitas mulheres esquecem ou acabam deixando de lado é o cuidado com a prótese. A manutenção é fundamental e, provavelmente, após dez anos ou mais, uma nova cirurgia plástica será necessária para a troca, pois “não existe prótese de silicone vitalícia”, afirma a cirurgiã plástica Léa Mara Moraes.
Dra. Léa diz que pacientes têm perguntado sobre a prótese vitalícia, mas ela explica que “muitas empresas disponibilizam a garantia do produto, que, se estourar ou acontecer algum problema, como a contratura capsular, elas fornecem outra. Mas isso é muito complexo, pois fica na dependência da marca ainda estar no mercado. Assim, não se pode dizer que a prótese é vitalícia. É o que sempre explico às minhas pacientes”, relata a cirurgiã plástica.
A cirurgiã comenta que, atualmente, as próteses de silicone estão cada vez mais seguras, pode-se dizer que existem cinco gerações diferentes.
A 5ª geração, utilizada hoje, tem o conteúdo em gel silicone coesivo (que não escorre) e a superfície texturizada, promovendo menor contratura capsular. Além disso, paciente e médico podem escolher qual a prótese mais adequada, pois existem vários modelos e tamanhos. “Devido a esse avanço, a maioria das próteses não precisa mais da troca de dez em dez anos”, comenta Léa.
Segundo a cirurgiã plástica, apesar da necessidade da troca estar mais longa, a paciente deve realizar um acompanhamento anual, com o cirurgião que fez a plástica ou um mastologista, por meio de exame clínico ou por imagem, como mamografia e ecografia. Mulheres com menos de 40 anos devem realizar a ecografia a cada dois anos, já quando a idade for superior aos 40, devem fazê-la anualmente. O exame é utilizado para verificar a espessura da cápsula mamária, que com o tempo pode espessar e provocar a contratura capsular. Uma cápsula é formada naturalmente em torno da prótese, como uma espécie de capa. Em alguns casos, essa cápsula pode ficar muito forte, alterando a forma e deixando a mama mais dura.
Quando é detectada a necessidade de troca por uma nova prótese mamária, outra cirurgia deve ser realizada. Geralmente, é utilizada a mesma incisão feita no procedimento anterior, porém não pode ser utilizada a mesma prótese. “Ela só é diferente quando há excesso de pele”, diz Léa. A flacidez ocorre devido a várias causas que podem causar a ptose (queda), principalmente em mulheres que não têm a pele muito firme. “Quando isso acontece, pode ser preciso uma mastopexia, que é a correção da flacidez mamária por meio da retirada do excesso de pele”, conta.
A cirurgia plástica de troca, na maioria das vezes, é mais simples do que a primeira, pois a área que envolve a prótese já está formada. “O pós-operatório, normalmente, fica mais tranquilo e confortável”, explica Léa. Apesar disso, os cuidados após a cirurgia devem ser os mesmos, como: retorno ao trabalho só após o quinto dia, usar sutiã 24 horas nos 30 primeiros dias, dez a 30 dias sem dirigir, evitar dormir de bruços, esforços físicos, movimentos bruscos e exposição solar no primeiro mês.
Uma recomendação da cirurgiã plástica é realizar o procedimento com médicos especialistas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e utilizar produtos, como a prótese, liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Existem várias marcas no mercado. Eu só trabalho com produtos liberados pela Anvisa”, esclarece Léa.
Kelly Ayres
RDO Brasil
Endoscopia é grande aliada no diagnóstico e tratamento de doenças
Riscos durante o exame são mínimos
Um grande aliado para diagnosticar problemas e também realizar alguns tratamentos do trato gastrointestinal é a endoscopia. Como em outros exames, a endoscopia exige cuidados, mas de acordo com a diretora técnica da Clínica Lucano, a médica Maria Cristina Sartor, as probabilidades de erro são muito pequenas, desde que obedecidos todos os preceitos de segurança preconizados para o procedimento. Certamente, os riscos são muito menores do que possíveis doenças, esclarece.
A médica Maria Cristina considera a endoscopia um dos melhores exames. Ela é mais precisa que o exame radiológico para detectar inflamações, úlceras ou tumores. Além disso, o procedimento também permite que sejam feitas biópsias (pequenas amostras do tecido) de áreas suspeitas ou a retirada de pequenas lesões, explica. Em alguns casos, a complementação da investigação com exames radiológicos pode ser importante, porém, atualmente, a endoscopia é certamente a principal ferramenta para o diagnóstico das doenças do tubo digestório e pa ra a prevenção do câncer do mesmo, afirma.
A endoscopia digestiva é um exame difundido no mundo todo há várias décadas. Hoje os profissionais são treinados em centros de excelência e com aparelhos desenvolvidos para minimizar os riscos, descreve Maria Cristina. É importante que os exames sejam feitos por médicos especialistas, licenciados e certificados pelas sociedades das suas especialidades. Outra forma de certificação é o médico ter sido aprovado e ter concluído o curso de residência médica na área.
Além disso, para o sucesso e segurança do procedimento é necessário qualidade do equipamento e das medicações, instalações adequadas, pessoal com treinamento especializado, tanto no que concerne à assistência de enfermagem quanto na assistência médica.
Sedação
Um ponto que gera receio nas pessoas é a anestesia. Segundo a médica Maria Cristina, a sedação, quando se faz necessária, serve para oferecer conforto e segurança tanto para o paciente quanto para o médico examinador. Para cada procedimento e indivíduo é aplicado um nível diferente de medicamento. As variáveis a serem obedecidas são: sensibilidade do paciente à anestesia e condições de saúde do paciente que podem aumentar o risco para qualquer tipo de procedimento, conta.
Ela ainda complementa que a instituição deve prover materiais para uso eventual em emergências cardiorrespiratórias como mecanismos para respiração artificial, controle da atividade cardíaca e monitoramento dos dados vitais, medicações, fonte segura de oxigênio e ar comprimido medicinal. Tudo isso é coordenado pelos médicos responsáveis pelo procedimento endoscópico e pela sedação. Pela lei brasileira não há necessidade de que a sedação seja feita especificamente por médicos anestesiologistas, certificados pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia, embora seja o recomendável. Mas, no mínimo, o médico responsável pela sedação e controle vital do paciente não deve ser o mesmo que faz a endoscopia, recomenda.
Equipe de apoio
A equipe de apoio também deve ser formada por profissionais de enfermagem familiarizados a todas as etapas do procedimento, desde a limpeza adequada dos equipamentos, segundo as normas certificadas de desinfecção e esterelização, a guarda de materiais acessórios, descartáveis ou não, e a correta utilização dos mesmos. Isso é imprescindível para que sejam obedecidas as normas de limpeza e desinfecção, conta a médica.
Os aparelhos de endoscopia não são descartáveis, mas sim alguns acessórios, como bisturis especiais para retirada de pólipos ou tumores, agulhas endoscópicas e alguns tipos de pinças. Os outros acessórios que não são descartáveis devem ser esterilizados em óxido de etileno ou autoclaves, garantindo a sua segurança do processo.
Recomendações
A diretora técnica da Clínica Lucano diz que antes da realização de qualquer procedimento é recomendável que o paciente converse com o médico que solicitou o exame ou com aquele que irá realizá-lo para esclarecer dúvidas. A informação é o melhor instrumento para que o paciente e a equipe profissional saiam satisfeitos e seguros de terem realizado um procedimento útil e seguro, afirma. Para se prevenir, o paciente também pode consultar o Conselho Regional de Medicina do seu estado quanto à certificação dos médicos e do estabelecimento envolvidos.
Kelly Ayres
RDO Brasil