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Trabalhando de forma responsável com o Meio Ambiente

Case: FGVTN Brasil

A FGVTN Brasil, devido a grande preocupação com o meio ambiente, adota sistemas para o Gerenciamento Ambiental, ou seja, busca meios para equilibrar a atividade industrial, o homem e o meio ambiente.

A partir dessa filosofia, a empresa procura diversas formas para tratar efluentes e resíduos. Além de utilizar de forma racional os recursos naturais. Com isso, a FGVTN tem o objetivo de evitar a poluição, atender às legislações ambientais e promover o desenvolvimento sustentável, para garantir a melhoria e a preservação do ambiente.

Assim, a FGVTN apresenta vários projetos envolvendo responsabilidade ambiental, como o tratamento de efluentes do processo de galvanização. A fábrica possui, em sua linha de produção, a galvanização e a pintura, desses processos resultam efluentes que precisam de tratamento. De acordo com o técnico de segurança, Carlos Saldanha, a FGVTN possui uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), onde os resíduos são tratados e depois passam por um “Filtro Prensa”, para reduzir o volume. A cada dois ou três meses os efluentes são enviados para uma empresa especializada em soluções ambientais.

Os resíduos sólidos também são reaproveitados. Segundo o técnico de segurança, os retalhos de madeira que sobram na fábrica são doados à Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura de Curitiba. “Na FAS a madeira é reutilizada na construção de casas e outros objetos e, às vezes, até trocada por outros materiais”, comenta.

Outro projeto realizado é a reciclagem de papel. Todo papel e papelão utilizado na FGVTN é separado e reciclado. Com a utilização de papel reciclado se economiza matéria-prima e outros recursos naturais. De acordo com dados do site Ambiente Brasil, na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e 2.500 kw/h de energia elétrica com uma tonelada de papel reciclado. Além da redução dos custos das matérias-primas e da economia de recursos naturais, a reciclagem de papel diminui o lixo e gera empregos.

A FGVTN, pensando no futuro, também já adequou seus produtos às novas especificações sancionadas pela União Européia, a chamada Norma ROHS (Restriction of Certain Hazardous Substances, em português, Restrição ao Uso de Certas Substâncias Perigosas), que proíbe o uso de substâncias tóxicas como cádmio (Cd), mercúrio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) e chumbo (Pb) em produtos elétricos, eletrônicos ou que sejam fabricados com metais, em geral.

A norma quer garantir segurança aos consumidores e cuidar do meio ambiente, pois a partir dessa data, além da produção, a comercialização de produtos com essas substâncias estão proibidas na Europa. A nova norma restringe a entrada de produtos estrangeiros do gênero que não estejam de acordo com as especificações da UE.

A idéia é ser pioneira em atender as exigências internacionais, aumentando a presença dos produtos FGVTN em grandes mercados. De acordo com Ariel Santos Lima, coordenador de desenvolvimento de produtos da FGVTN Brasil, “é importante estarmos preparados para futuras negociações, atender às legislações e demonstrar preocupação com o ambiente, pois esses são fatores que sem dúvida ajudam qualquer empresa a manter e fortalecer sua imagem perante o mercado”, conta ele.

O técnico de segurança conta que a empresa também desenvolve projetos de reflorestamento. Recentemente, foram plantadas 70 mudas de diversas espécies de árvores no terreno da FGVTN.

A empresa procura conscientizar os colaboradores, promovendo palestras e oficinas. Também faz projetos como a coleta do resíduo de óleo de cozinha, em que os colaboradores levam o resíduo para um tambor na fábrica e a FGVTN envia para a prefeitura. O óleo de cozinha usado quando jogado na rede de esgoto, causa o entupimento e o mau funcionamento das estações de tratamento. Para retirar o óleo e desentupir são utilizados produtos químicos, o que se torna prejudicial.

A FGVTN está pensando em novos projetos para trabalhar de um forma responsável com o meio ambiente.

Gabriela Sguarizi
RDO Brasil
Matéria publicada no site www.fgvtn.com.br

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