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Estudantes e profissionais de Design exploram os Seis Sentidos

Continua, em Curitiba, a 7ª edição do Tecplus 2008. O evento é a semana acadêmica dos cursos de Design da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), mas envolve estudantes de outras áreas e instituições de Curitiba, como também profissionais interessados no assunto. Hoje, dia 28, além das oficinas que acontecem pelo período da manhã, a partir das 19h30 serão realizadas mais duas palestras dentro do contexto do sentido da Audição. A primeira abordará a “Música como Instrumento do Design”, com Luciane Hilu, já a segunda falará sobre a “Audição no Meio da Comunicação”, com Adriana Amaral.

Este ano, a semana acadêmica explora “Os Seis sentidos” (audição, olfato, paladar, tato e visão, além do 6º Sentido, que pode ser considerado como intuição). O tema surgiu pela necessidade da exploração de outros canais pelos profissionais, visando cada vez mais a interação do público com o produto. O Tecplus 08 utiliza o slogan “Experimenta” com o objetivo de abrir ao designer a possibilidade de experimentar novas sensações e aplicá-las.

Amanhã, dia 29, a Visão será o sentido abordado durante as palestras. Às 19h30, o tema “Design de Interação e a Percepção da Tecnologia” será ministrado por Érico Fileno, depois, às 20h50, Frederick van Amstel falará sobre o “Desing de Interação e Interfaces Tangíveis”.

Ontem, primeiro dia do Tecplus, passaram pelo local mais de 150 pessoas, que puderam visitar alguns estandes e assistir a duas palestras sobre Olfato e Paladar. Até o encerramento, na sexta-feira, dia 31, os participantes poderão acompanhar palestras, mesa-redonda, oficinas, desfiles e exposições. São esperados, ao todo, cerca de 500 participantes.

A Kamipel Distribuidora de Papéis, uma empresa inovadora e com um novo conceito em produtos e serviços para Curitiba e Região Metropolitana, é uma das patrocinadoras desse evento tão importante para os estudantes e profissionais de Design.

O Tecplus 08 acontece no Auditório do Bloco C da UTP, no campus Prof. Sydnei Lima Santos (Barigui). Mais informações no site www.tecplus2008.com.br.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Semana Acadêmica de Design pretende reunir mais de 500 participantes

Entre os dias 27 e 31 de outubro acontecerá, em Curitiba, a 7ª edição do Tecplus 2008. O evento é a semana acadêmica dos cursos de Design da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), mas envolve estudantes de outras áreas e instituições de Curitiba, como também profissionais interessados no assunto. A estimativa é reunir mais de 500 participantes.

A Kamipel Distribuidora de Papéis é uma das patrocinadoras do Tecplus 2008, que este ano aborda o tema “Os 5 Sentidos Humanos” (audição, olfato, paladar, tato e visão), além do 6º Sentido, que pode ser considerado como intuição. O objetivo do evento é tornar os estudantes capazes de atentar aos diferentes estímulos sensoriais, tornando seu trabalho mais completo e abrangente.

Para complementar esse trabalho, serão apresentadas palestras, mesa-redonda, oficinas, desfiles e exposições. Além de apresentações culturais, feira e a festa de encerramento.

O Tecplus acontece no Auditório do Bloco C da UTP, no campus Prof. Sydnei Lima Santos (Barigui). As oficinas são pela manhã, a partir das 8h, já as palestras acontecem à noite, ás 19h30. As inscrições custam R$ 3,00, mais 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), e podem ser feitas no site www.tecplus2008.com.br. O pagamento da inscrição e entrega do alimento será feito no dia 27, no início do evento.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Muito mais do que filtrar a luz

O vidro como objeto de decoração

A origem do vidro é rodeada por mistérios. Não há dados precisos, mas historiadores acreditam que o vidro já era conhecido quatro mil anos antes de Cristo, pois foram descobertos objetos de vidro nas necrópoles egípcias. Conta-se que foram os navegadores fenícios os precursores da indústria do vidro. Os navegadores fizeram fogueiras na praia para aquecer suas refeições e perceberam que a areia e o calcário das conchas se combinavam através da ação da alta temperatura. Foi uma descoberta casual e hoje o vidro está presente no cotidiano de todos e tem múltiplas aplicações, desde janelas para casas e edifícios, pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, frascos, recipientes, copos, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica, entre muitas outras utilidades.

A base para fabricação do vidro sempre foi a mesma, o que mudou foram algumas composições e a tecnologia, que acelerou o processo e possibilitou maior diversidade para seu uso. Na decoração o vidro já era utilizado desde o século X, nos vitrais de igrejas e catedrais. O efeito da luz solar que penetrava pelos vitrais, conferia uma maior imponência e espiritualidade ao ambiente. Hoje os vitrais ainda são utilizados, tanto em igrejas, quanto nas casas. Também servem de base para acessórios como luminárias, porta-retratos, castiçais, cachepôs e até mesmo em móveis.

De acordo com a decoradora Rita Cardoso Alves, nos anos 70 a moda do vitral estava no auge, mas começaram a surgir muitos trabalhos de falsos vitrais, o que fez cair um pouco a procura. “Esses vitrais eram menos resistentes, quase que descartáveis”, explica Rita. Ela conta que o vitral falso é uma pintura no vidro, já o legítimo é composto por pedaços de vidros coloridos colados que formam o desenho. Rita esclarece que o vitral legítimo tem um custo bem maior do que um vitral pintado, pois “dá muito mais trabalho e o vidro utilizado é importado, o que encarece o produto”. O m² de um vitral pode custar de R$ 1.100,00 a R$ 2.500,00. “Mas esse valor vai depender de cada artista”, comenta.

Segundo a decoradora o vitral não pode ser utilizado em qualquer local, precisa haver uma boa situação para iluminação do vitral. “O que dá o efeito e mostra o colorido no vitral é a luz. Caso não haja uma situação de iluminação adequada, ela precisa ser criada artificialmente”, explica. Além disso, o vitral tem que se integrar com a decoração do ambiente. “Existe um projeto certo para cada necessidade”, expõe. O vitral tem que ser utilizados em ambientes certos e que exijam algo mais trabalhado. “Ele pode ser utilizado num hall de entrada, vão de escada, clarabóia e em divisórias, o que permite a decoração de dois ambientes”, descreve Rita. Já nos móveis, a decoradora conta que o vitral pode ser utilizado em armários de sala, tampos de mesa de centro e cristaleiras, “em móveis mais antigos, em que se queira aliviar a decoração”. Ela acrescenta que o vitral pode ser utilizado como um detalhe.

Além dos vitrais, o vidro pode ser aplicado em divisórias, tetos e paredes de ambientes residenciais e comerciais, assim como nos móveis: roupeiros, cristaleiras, frontais de gavetas, estantes, racks, tampos de mesas, aparadores, portas de armários de cozinha e de quarto, prateleiras. São utilizadas técnicas como jateamento, texturização, laminação e coloração, que tornam o vidro em um grande aliado na decoração.

Kelly Ayres
RDO Brasil
Matéria publicada na Revista Ética & Estética - ed. 35

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Falando sobre Identidade e Estratégia

Entendendo a identidade empresarial como o conjunto de elementos representativos da empresa (apoiados por peças de comunicação), é necessário que ela esteja respaldada pelo planejamento estratégico. Entretanto, o que se observa no mercado é que na maioria das empresas isto não ocorre.

Encontramos no dia-a-dia uma série de ações isoladas que comprometem as mensagens e imagem das empresas. Isso acontece mesmo em processos que envolvam uma única agência de publicidade e propaganda ou empresa de comunicação, caso não se tenha orientado seu trabalho através de um plano estratégico que compreenda uma estratégia em comunicação. Ainda é mais comum encontrarmos processos dos quais participam várias agências, empresas e profissionais de segmentos específicos, seja uma para a criação da marca e logotipo, da papelaria, do visual merchandising; outra para o desenvolvimento dos títulos multimídia, do site de internet e intranet; outra da sinalização externa e sinalização de frota; outra para a criação dos uniformes; outra para a criação de peças publicitárias e assim por diante.

Não se faz necessário que uma única agência ou empresa fique responsável por todos elementos que venham a compor a identidade de uma organização, mas é imprescindível que apenas uma (especialista em planejamento e gerenciamento estratégico) em conjunto com a empresa (cliente) estabeleça o planejamento estratégico em comunicação, no qual estarão especificados os dados técnicos, características e informações pertinentes à conceituação da empresa, da marca, do posicionamento de mercado entre outros pontos importantes.

Contando com o plano estratégico em comunicação, a empresa pode contratar, se assim desejar, outros fornecedores para a criação das peças necessárias, garantindo uma comunicação integrada, sem as distorções de informações e conceitos. Exemplo: a administração tem um posicionamento, a marca apresenta várias aplicações, uma diferente das outras, a loja não tem relação nenhuma com a administração, o site parece ser de outra empresa e discursos diferentes dos colaboradores.

Um ponto, que também é muito importante, é que a identidade empresarial e o planejamento estratégico não são exclusividades de grandes corporações. Seja qual for o tamanho da empresa, deve-se ter a preocupação da tomada de decisões embasadas em estudos e planos. Talvez isso seja o diferencial em relação aos concorrentes e com o mercado, talvez esse diferencial agregado a outros valores, seja a garantia de sobrevivência da empresa.

Leandro Roth
RDO Brasil

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