Arquivo de Julho de 2010
FGVTN Brasil lança produtos na ForMóbile 2010
A ForMóbile 2010 - Feira Internacional da Indústria Madeira e Móveis - terminou no dia 30, a FGVTN Brasil – fabricante de ferragens e acessórios para móveis – apresentou no seu estande, de 300 m², vários lançamentos para atender às necessidades de toda a cadeia produtiva da madeira.
Merecem destaque as Corrediças Telescópicas de Esferas TT 45 e TT 46 One-touch, que são feitas de aço relaminado com acabamento em zinco eletrolítico cromatizado azul. O diferencial da TT 46 é o sistema de abertura automática com apenas um toque. Outro lançamento da feira foram os Sistemas Deslizantes para portas de correr, que podem ser aplicados em portas apoiadas ou suspensas, de madeira ou alumínio. São sete SDs e dois acessórios, o DP 01 – deslizador de piso – e o batente de borracha. Mais uma novidade é o Fix System, presente no mercado para facilitar a montagem e a desmontagem dos móveis, evitando danos e a perda da resistência do produto.
Na linha TN, as inovações foram o sistema de gavetas metálicas AvantBox e as Dobradiças TN Slowmotion para móveis em ângulo, disponíveis em cinco modelos.
A FGVTN Brasil está entre as marcas mais lembradas do setor moveleiro, segundo pesquisa da Revista Móbile. A empresa venceu o prêmio Top Móbile 2010 na categoria “Corrediças” e ficou com o terceiro lugar em “Dobradiças”.
Kelly Ayres
Priscila Ribas
RDO Brasil
FGVTN Brasil vence Top Móbile 2010 na categoria Corrediças
A FGVTN Brasil, fabricante de componentes e ferragens para móveis, ganhou, ontem à noite, o prêmio Top Móbile 2010 na categoria “Corrediças”. A empresa estava indicada para duas categorias, em “Dobradiças” ficou com o terceiro lugar.
Esta é a terceira vez que a marca fica em primeiro lugar na categoria “Corrediças”, vencendo em 2007 e 2009. Além desses prêmios, a FGVTN também já conquistou o segundo lugar em “Aramados”, em 2009, e o terceiro lugar, em 2006, em “Dobradiças e Corrediças”, quando estas ainda eram somente uma categoria.
A premiação das marcas mais lembradas do setor moveleiro é promovida pela Alternativa Editorial/Revista Móbile. O Top Móbile é composto por 38 categorias, divididas em “Fornecedores da Indústria”, “Fabricantes de Móveis” e “Fabricantes de Móveis de Decoração”. A entrega dos troféus foi feita no teatro Elis Regina, localizado dentro do complexo do Anhembi, onde está acontecendo a feira ForMóbile - Feira Internacional da Indústria Madeira e Móveis, que vai até sexta-feira (30 de julho).
Kelly Ayres
Priscila Ribas
RDO Brasil
Prótese de silicone não é vitalícia
Aumentar os seios é o desejo de muitas mulheres, dados comprovam que o implante de silicone é um dos procedimentos cirúrgicos mais procurados. Porém, o que muitas mulheres esquecem ou acabam deixando de lado é o cuidado com a prótese. A manutenção é fundamental e, provavelmente, após dez anos ou mais, uma nova cirurgia plástica será necessária para a troca, pois “não existe prótese de silicone vitalícia”, afirma a cirurgiã plástica Léa Mara Moraes.
Dra. Léa diz que pacientes têm perguntado sobre a prótese vitalícia, mas ela explica que “muitas empresas disponibilizam a garantia do produto, que, se estourar ou acontecer algum problema, como a contratura capsular, elas fornecem outra. Mas isso é muito complexo, pois fica na dependência da marca ainda estar no mercado. Assim, não se pode dizer que a prótese é vitalícia. É o que sempre explico às minhas pacientes”, relata a cirurgiã plástica.
A cirurgiã comenta que, atualmente, as próteses de silicone estão cada vez mais seguras, pode-se dizer que existem cinco gerações diferentes.
A 5ª geração, utilizada hoje, tem o conteúdo em gel silicone coesivo (que não escorre) e a superfície texturizada, promovendo menor contratura capsular. Além disso, paciente e médico podem escolher qual a prótese mais adequada, pois existem vários modelos e tamanhos. “Devido a esse avanço, a maioria das próteses não precisa mais da troca de dez em dez anos”, comenta Léa.
Segundo a cirurgiã plástica, apesar da necessidade da troca estar mais longa, a paciente deve realizar um acompanhamento anual, com o cirurgião que fez a plástica ou um mastologista, por meio de exame clínico ou por imagem, como mamografia e ecografia. Mulheres com menos de 40 anos devem realizar a ecografia a cada dois anos, já quando a idade for superior aos 40, devem fazê-la anualmente. O exame é utilizado para verificar a espessura da cápsula mamária, que com o tempo pode espessar e provocar a contratura capsular. Uma cápsula é formada naturalmente em torno da prótese, como uma espécie de capa. Em alguns casos, essa cápsula pode ficar muito forte, alterando a forma e deixando a mama mais dura.
Quando é detectada a necessidade de troca por uma nova prótese mamária, outra cirurgia deve ser realizada. Geralmente, é utilizada a mesma incisão feita no procedimento anterior, porém não pode ser utilizada a mesma prótese. “Ela só é diferente quando há excesso de pele”, diz Léa. A flacidez ocorre devido a várias causas que podem causar a ptose (queda), principalmente em mulheres que não têm a pele muito firme. “Quando isso acontece, pode ser preciso uma mastopexia, que é a correção da flacidez mamária por meio da retirada do excesso de pele”, conta.
A cirurgia plástica de troca, na maioria das vezes, é mais simples do que a primeira, pois a área que envolve a prótese já está formada. “O pós-operatório, normalmente, fica mais tranquilo e confortável”, explica Léa. Apesar disso, os cuidados após a cirurgia devem ser os mesmos, como: retorno ao trabalho só após o quinto dia, usar sutiã 24 horas nos 30 primeiros dias, dez a 30 dias sem dirigir, evitar dormir de bruços, esforços físicos, movimentos bruscos e exposição solar no primeiro mês.
Uma recomendação da cirurgiã plástica é realizar o procedimento com médicos especialistas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e utilizar produtos, como a prótese, liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Existem várias marcas no mercado. Eu só trabalho com produtos liberados pela Anvisa”, esclarece Léa.
Kelly Ayres
RDO Brasil