Oxyfit chega ao Shopping Curitiba

Marca referência em moda fitness inaugura sua primeira loja na cidade

Acaba de chegar ao Shopping Curitiba a primeira loja Oxyfit da cidade. A marca é uma das maiores referências em moda fitness do Brasil. Atualmente, possui lojas em vários países, como Portugal (Porto) e Austrália (Sidney). O diferencial da marca é trabalhar coleções com peças limitadas, além de cores e estampas exclusivas.

A Oxyfit atua no mercado desde 2001 com representações comerciais e, atualmente, possui duas unidades fabris em Curitiba. Pelo reconhecimento da qualidade e design dos produtos no segmento fitness, a empresa decidiu expandir a marca com o projeto de franchising (o primeiro passo foi investir no desenvolvimento de uma nova identidade corporativa).

As franquias têm o mesmo conceito da marca que é sucesso durante todos esses anos - promover a saúde e o bem-estar das pessoas, por meio de produtos confeccionados com criatividade e qualidade, sem esquecer da responsabilidade com os clientes, a sociedade e o meio ambiente.

A loja traz novidades para quem quer estar sempre dentro das últimas tendências, inclusive na hora de malhar. A Oxyfit investe em aprimoramento contínuo na modelagem das peças. Líder em inovação, o design das roupas busca aliar o que há de mais recente em tecnologia têxtil direcionada à prática esportiva, às novidades e às tendências da moda.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Otimismo pós-crise

Setores de papéis e gráfico já entram em período de estabilidade

A crise econômica que assola o mundo tem gerado muita expectativa para o mercado de uma forma geral. Para alguns a crise já chegou ao seu ápice, para outros ainda muita coisa está por vir. Porém, para o mercado de papéis e gráfico, espera-se que o pior já tenha passado, explica o ex-presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP) e diretor da MDD Papéis - representante de seis fábricas de papéis, entre elas Fanapel e Papirus - Marcos Domakoski.

De acordo com ele, as empresas de papel e celulose estão, com muito sacrifício, conseguindo se ajustar a nova demanda mundial, que diminuiu. “Essas fábricas têm dependência nas exportações e, com a atual situação, o número de pedidos vem caindo”, comenta. Porém, ocorreu uma adequação a essa nova realidade, como é o caso de duas fábricas no interior do Paraná, que fizeram paradas, deram férias coletivas e demitiram alguns funcionários para cortar gastos. O preço da celulose também vem decrescendo.

Apesar desse fator, o preço do papel teve um aumento, devido a desvalorização do real perante o dólar e a variação cambial. Segundo o proprietário da Kamipel Distribuidora de Papéis, Fábio Kokubu, mesmo o papel nacional é cotado com base no valor do dólar. Domakoski comenta que “não foram grandes alterações de valores, mas houve necessidade de fazer ajustes para corrigir as distorções cambiais”.

Ele acredita que esse é um dos setores que tende a sofrer menos, pois não é exportador e há um aumento do consumo interno. “Há um aquecimento de alguns setores da economia doméstica, especialmente no setor editorial, capitaneado pelas compras governamentais, o que acaba atenuando o problema do setor gráfico, mas o cobertor continua curto”, explica.

Para o proprietário da Kamipel, o setor estava investindo muito, nos últimos anos, no parque produtivo em função do crescimento econômico, disponibilidade de crédito e câmbio favorável. “Agora investirão em qualificação, melhoria de processos e marketing”, relata Kokubu.

Para o mercado de papéis e gráfico “esperamos já ter chegado ao fundo do poço”, diz Domakoski. Ele fala que os clientes que representa, tanto nacionais quanto internacionais, estão atentos, mas que a produção já está voltando à capacidade nominal. “Também senti uma melhora no número de pedidos aqui. Em janeiro e fevereiro houve uma redução em relação aos anos anteriores, mas em março o faturamento está próximo ao de mesmo mês de 2008″, contabiliza. Kokubu também relata o mesmo fato. “A demanda diminuiu nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, mas em março já sentimos uma melhora”, relata.

Na visão de Domakoski, os dois setores são “bem administrados e relativamente bem capitalizados, o que permitiu uma adequação rápida à nova realidade”.

Situação no Brasil

Segundo o ex-presidente da ACP, essa crise é sem precedentes. “Na minha opinião é pior do que a crise de 29, pois o mundo está mais globalizado, com informações instantâneas, afetando todos os segmentos e gerando uma grande crise de confiança”, esclarece.

O Brasil também foi muito afetado, porém “reúne condições de se colocar numa posição menos desastrosa. A macroeconomia do país vai bem, quase sem inflação, com mais consumidores, com um sistema financeiro sólido, com espaço para queda maior dos juros e com o governo sendo detentor de grande parcela dos financiamentos no país. Estes elementos podem facilitar a saída do Brasil da crise”, finaliza Domakoski.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Publicidade tem mais áreas além da criação

Ser publicitário não é mais só trabalhar em agências na área de criação de propagandas. O cenário vem mudando já há alguns anos com a expansão da área de atuação dos profissionais de publicidade. Hoje, é cada vez mais comum vê-los atuando na produção de shows ou de eventos esportivos.

“Quando fiz faculdade, o curso formava gente para trabalhar em agências”, lembra Luiz Fernando Garcia, diretor nacional do curso de comunicação social - publicidade e propaganda da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). “Mas o cenário mudou.”

A instituição segue o conceito do livro “As Novas Arenas da Comunicação com o Mercado”, organizado por Francisco Gracioso, ex-presidente da ESPM. Segundo a obra, há pelo menos sete grupos de áreas onde o publicitário pode atuar. São eles: mundo do entretenimento, esporte, mundo da moda, comunicação promocional e dirigida (merchandising, concursos etc.), eventos promocionais, cadeias varejistas e a propaganda tradicional.

Na ESPM, a partir do quarto semestre, o aluno pode escolher uma dentre quatro áreas: comunicação integrada; criação; marcas, produtos e serviços; e trade marketing e varejo. Garcia afirma que, com isso, a faculdade busca mostrar aos estudantes que publicidade está além da criação. “Que o calouro chegue aqui com esse sonho [de só trabalhar com criação], tudo bem, mas que dê uma chance para ver que há outras possibilidades.”

Rodrigo Pacheco, 22, quartanista da ESPM, foi um dos estudantes que escolheram a carreira de publicidade achando que se tornaria um bom publicitário por ser uma pessoa criativa. “Mas mudei essa visão na faculdade.” Quando chegou a hora de escolher a área que gostaria de seguir na faculdade, foi para a de marcas. Atualmente, os conceitos que aprende em sala são colocados em prática no estágio -ele trabalha na área de marcas da Estrela, ajudando a desenhar embalagens.

Segundo Garcia, um bom exemplo da utilização das diferentes áreas em que o publicitário pode atuar é a marca de supermercados Pão de Açúcar. “Eles vão além do anúncio na TV. Promovem uma corrida, que está ligada à proposta de bem-estar que eles usam nas propagandas”, afirma Garcia. “Então, a gente vê que publicidade abrange outras áreas, porque o esporte entra na campanha publicitária deles.”

Silvana Balbo, gerente de marketing da rede Pão de Açúcar, diz que, além do esporte, a marca é fortalecida com outras ações. Segundo ela, a divulgação do uso de sacolas ecológicas em detrimento das sacolas plásticas é também uma forma de fortalecer a marca. “Entra na nossa proposta de sustentabilidade, e o consumidor percebe isso.”

Lenda

“Existe um glamour que envolve a publicidade”, diz Arlindo Figueira, coordenador do curso da ECA (Escola de Comunicação e Artes), da USP. “Mas o que poucos sabem é que um publicitário trabalha 14, 15 horas por dia.”

Sobre o mercado de trabalho, ele diz que está bom. “Não está fácil achar emprego para ninguém, mas quem souber tirar da sala de aula uma boa base para a carreira se sai bem.” Na USP, o índice de alunos que saem da escola empregados é de cerca de 80%, mesma taxa da ESPM -um recém-formado ganha, em São Paulo, cerca de R$ 1.200.

Paulo Bassique, 23, deve terminar o curso da ECA em 2009. Hoje, ele faz trabalhos como freelancer ligados à divulgação de teatro e pretende, depois de formado, ficar em uma produtora. “Gosto de música, então, posso trabalhar com jingles para campanhas.”

Ler, ler e ler

O perfil do publicitário é o de alguém que gosta de ler. “Tem que ler muito. Tudo”, diz Garcia, da ESPM. Outra característica é ser curioso. “O bom profissional é aquele que se pergunta a toda hora “Por que aquela coisa é assim?’”

Luisa Alcantara e Silva
Folha de S.Paulo

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Registrando todos os momentos

Chega o fim do ano, período de festas e férias, uma época agradável de se registrar esses momentos de descontração, que a família inteira se reúne. Por isso, é importante estar com uma máquina fotográfica. As empresas do ramo têm apresentado diversas novidades para o mercado.

Existem três tipos principais de máquinas fotográficas digitais. As compactas, com design, pequenas e mais simples. As reflex, eficientes, com excelente sistema de visualização, inúmeras regulações manuais, possibilidade de trocar as objetivas. As bridges, parecidas com as reflex, mas com objetiva fixa, visor eletrônico e com um zoom óptico eficiente.

Em agosto, aconteceu em São Paulo a 16ª PhotoImage Brazil – Feira Internacional da Imagem. No evento foram apresentados lançamentos dos três tipos, tanto para profissionais da área, quanto para amadores.

Uma das novidades foi a menor máquina do mundo. A Nikon CoolPix S550 mede apenas 90 x 53,5 x 22 mm e pesa 120 gramas. Possui zoom óptico de 5 vezes, 10 megapixels e visor LCD de 2,5 polegadas. A máquina dispara automaticamente após detectar um sorriso, além de avisar quando os olhos estão fechados.

Para quem gosta de captar imagens em locais escuros, a Canon PowerShot SD790 IS pode ser uma opção. Com funções de detecção de movimento, estabilização ótica das imagens, detecção de face será mais fácil reconhecer as pessoas na foto em eventos noturnos.

Já com a Pentax Optio E40 você pode brincar com as fotos, inserindo molduras. A máquina também promete fotos com mais qualidade. Com oito megapixels tem e zoom óptico de 3 vezes e digital de 4 vezes, tem balanço de brancos, redutor de movimento e reconhecimento de face. Também filma com áudio e possui memória interna de aproximadamente 10MB.

Aqueles que não querem perder os momentos descontraídos nem embaixo d’água, podem adquirir a Olympus Stylus 790 SW. A máquina oferece imagens de qualidade em condições climáticas extremas, tira fotos e filma na piscina e no mar. Com resolução de 7,1 megapixels ainda possui detecção automática de face deixando os retratos mais nítidos e brilhantes.

Para quem não quer mais os modelos compactos e quer se iniciar em câmeras digitais reflex, deve conhecer o modelo A350 da linha Alpha da Sony. Com a tecnologia Quick AF Live View, o usuário pode visualizar a imagem através do LCD de 2.7 polegadas, que facilita o enquadramento e o auto-foco.

Agilidade também pode ser um diferencial, por isso a Cassio lançou a Exilim EX-F1, que tira até 60 fotos de seis megapixels por segundo e 1, 2 mil frames ao mesmo tempo, a uma taxa de 60 campos por segundo. O produto ainda grava filmes em resolução 1.920 x 1.080 pixels e no formato MPEG H.264, compatível com o YouTube.

Após a feira outros lançamentos surgiram, dos modelos reflex, a Canon lançou a 50D. A máquina tem 15,1 megapixels, visor com três polegadas e sensibilidade de até 3200 ISO. A 50D permite fotografar 6,3 fotos por segundo. Para disputar com esse modelo, a Nikon lançou a D90, que permite ao usuário gravar vídeos com resolução de 1280 x 720. Ela também possui visor com três polegadas e sensibilidade até 3200 ISSO. Apesar de ser melhor no quesito gravação de vídeos, tem a resolução menor 12,3 megapixels e fotografa somente 4,5 fotos por segundo.

Para aqueles que querem registrar os diversos momentos do dia-a-dia há várias opções. Deve-se somente escolher o modelo que melhor se enquadra naquilo que se precisa.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Estudantes e profissionais de Design exploram os Seis Sentidos

Continua, em Curitiba, a 7ª edição do Tecplus 2008. O evento é a semana acadêmica dos cursos de Design da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), mas envolve estudantes de outras áreas e instituições de Curitiba, como também profissionais interessados no assunto. Hoje, dia 28, além das oficinas que acontecem pelo período da manhã, a partir das 19h30 serão realizadas mais duas palestras dentro do contexto do sentido da Audição. A primeira abordará a “Música como Instrumento do Design”, com Luciane Hilu, já a segunda falará sobre a “Audição no Meio da Comunicação”, com Adriana Amaral.

Este ano, a semana acadêmica explora “Os Seis sentidos” (audição, olfato, paladar, tato e visão, além do 6º Sentido, que pode ser considerado como intuição). O tema surgiu pela necessidade da exploração de outros canais pelos profissionais, visando cada vez mais a interação do público com o produto. O Tecplus 08 utiliza o slogan “Experimenta” com o objetivo de abrir ao designer a possibilidade de experimentar novas sensações e aplicá-las.

Amanhã, dia 29, a Visão será o sentido abordado durante as palestras. Às 19h30, o tema “Design de Interação e a Percepção da Tecnologia” será ministrado por Érico Fileno, depois, às 20h50, Frederick van Amstel falará sobre o “Desing de Interação e Interfaces Tangíveis”.

Ontem, primeiro dia do Tecplus, passaram pelo local mais de 150 pessoas, que puderam visitar alguns estandes e assistir a duas palestras sobre Olfato e Paladar. Até o encerramento, na sexta-feira, dia 31, os participantes poderão acompanhar palestras, mesa-redonda, oficinas, desfiles e exposições. São esperados, ao todo, cerca de 500 participantes.

A Kamipel Distribuidora de Papéis, uma empresa inovadora e com um novo conceito em produtos e serviços para Curitiba e Região Metropolitana, é uma das patrocinadoras desse evento tão importante para os estudantes e profissionais de Design.

O Tecplus 08 acontece no Auditório do Bloco C da UTP, no campus Prof. Sydnei Lima Santos (Barigui). Mais informações no site www.tecplus2008.com.br.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Semana Acadêmica de Design pretende reunir mais de 500 participantes

Entre os dias 27 e 31 de outubro acontecerá, em Curitiba, a 7ª edição do Tecplus 2008. O evento é a semana acadêmica dos cursos de Design da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), mas envolve estudantes de outras áreas e instituições de Curitiba, como também profissionais interessados no assunto. A estimativa é reunir mais de 500 participantes.

A Kamipel Distribuidora de Papéis é uma das patrocinadoras do Tecplus 2008, que este ano aborda o tema “Os 5 Sentidos Humanos” (audição, olfato, paladar, tato e visão), além do 6º Sentido, que pode ser considerado como intuição. O objetivo do evento é tornar os estudantes capazes de atentar aos diferentes estímulos sensoriais, tornando seu trabalho mais completo e abrangente.

Para complementar esse trabalho, serão apresentadas palestras, mesa-redonda, oficinas, desfiles e exposições. Além de apresentações culturais, feira e a festa de encerramento.

O Tecplus acontece no Auditório do Bloco C da UTP, no campus Prof. Sydnei Lima Santos (Barigui). As oficinas são pela manhã, a partir das 8h, já as palestras acontecem à noite, ás 19h30. As inscrições custam R$ 3,00, mais 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), e podem ser feitas no site www.tecplus2008.com.br. O pagamento da inscrição e entrega do alimento será feito no dia 27, no início do evento.

Kelly Ayres
RDO Brasil

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Assessoria de imprensa: uma importante aliada

O gerenciamento da comunicação, englobando a Assessoria de Imprensa, traz às organizações equilíbrio, desenvolvimento e expansão. Mais do que utilizar os veículos de comunicação como espaço para divulgação, o trabalho de Assessoria de Imprensa consiste em desenvolver estratégias para que a exposição na mídia seja um fator de reforço para o cliente alcançar seus objetivos comerciais. Objetivos estes que não devem ser confundidos com a ampliação de vendas, pois o que se busca é o fortalecimento da marca e credibilidade junto à sociedade.

Instituições públicas e privadas, de pequeno, médio e grande portes, já perceberam as vantagens ao utilizarem os serviços de assessoria de imprensa tanto de forma pontual como permanente. Um trabalho continuado, por sua vez, permitirá à organização a manutenção da relação de confiança com os meios de comunicação.

As atividades de uma assessoria de imprensa consistem em garimpar temas a serem divulgados pela empresa (ou orientar pela não veiculação de outros, por exemplo), bem como elaborar textos em formato jornalístico, conhecidos como press releases¸ e encaminhá-los aos veículos de comunicação. A publicação do material ficará a critério da empresa de comunicação. Se o jornal, revista, site, canal de TV ou rádio mostrarem-se interessados pelo assunto podem veicular o press release na íntegra ou, ainda, tomá-lo como base para uma posterior reportagem.

Este é o principal resultado que se busca com a atuação de uma Assessoria de Imprensa, utilizar-se da mídia de forma espontânea para sedimentar a imagem positiva da organização.

Gabriela Sguarizi
RDO Brasil

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Trabalhando de forma responsável com o Meio Ambiente

Case: FGVTN Brasil

A FGVTN Brasil, devido a grande preocupação com o meio ambiente, adota sistemas para o Gerenciamento Ambiental, ou seja, busca meios para equilibrar a atividade industrial, o homem e o meio ambiente.

A partir dessa filosofia, a empresa procura diversas formas para tratar efluentes e resíduos. Além de utilizar de forma racional os recursos naturais. Com isso, a FGVTN tem o objetivo de evitar a poluição, atender às legislações ambientais e promover o desenvolvimento sustentável, para garantir a melhoria e a preservação do ambiente.

Assim, a FGVTN apresenta vários projetos envolvendo responsabilidade ambiental, como o tratamento de efluentes do processo de galvanização. A fábrica possui, em sua linha de produção, a galvanização e a pintura, desses processos resultam efluentes que precisam de tratamento. De acordo com o técnico de segurança, Carlos Saldanha, a FGVTN possui uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), onde os resíduos são tratados e depois passam por um “Filtro Prensa”, para reduzir o volume. A cada dois ou três meses os efluentes são enviados para uma empresa especializada em soluções ambientais.

Os resíduos sólidos também são reaproveitados. Segundo o técnico de segurança, os retalhos de madeira que sobram na fábrica são doados à Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura de Curitiba. “Na FAS a madeira é reutilizada na construção de casas e outros objetos e, às vezes, até trocada por outros materiais”, comenta.

Outro projeto realizado é a reciclagem de papel. Todo papel e papelão utilizado na FGVTN é separado e reciclado. Com a utilização de papel reciclado se economiza matéria-prima e outros recursos naturais. De acordo com dados do site Ambiente Brasil, na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e 2.500 kw/h de energia elétrica com uma tonelada de papel reciclado. Além da redução dos custos das matérias-primas e da economia de recursos naturais, a reciclagem de papel diminui o lixo e gera empregos.

A FGVTN, pensando no futuro, também já adequou seus produtos às novas especificações sancionadas pela União Européia, a chamada Norma ROHS (Restriction of Certain Hazardous Substances, em português, Restrição ao Uso de Certas Substâncias Perigosas), que proíbe o uso de substâncias tóxicas como cádmio (Cd), mercúrio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) e chumbo (Pb) em produtos elétricos, eletrônicos ou que sejam fabricados com metais, em geral.

A norma quer garantir segurança aos consumidores e cuidar do meio ambiente, pois a partir dessa data, além da produção, a comercialização de produtos com essas substâncias estão proibidas na Europa. A nova norma restringe a entrada de produtos estrangeiros do gênero que não estejam de acordo com as especificações da UE.

A idéia é ser pioneira em atender as exigências internacionais, aumentando a presença dos produtos FGVTN em grandes mercados. De acordo com Ariel Santos Lima, coordenador de desenvolvimento de produtos da FGVTN Brasil, “é importante estarmos preparados para futuras negociações, atender às legislações e demonstrar preocupação com o ambiente, pois esses são fatores que sem dúvida ajudam qualquer empresa a manter e fortalecer sua imagem perante o mercado”, conta ele.

O técnico de segurança conta que a empresa também desenvolve projetos de reflorestamento. Recentemente, foram plantadas 70 mudas de diversas espécies de árvores no terreno da FGVTN.

A empresa procura conscientizar os colaboradores, promovendo palestras e oficinas. Também faz projetos como a coleta do resíduo de óleo de cozinha, em que os colaboradores levam o resíduo para um tambor na fábrica e a FGVTN envia para a prefeitura. O óleo de cozinha usado quando jogado na rede de esgoto, causa o entupimento e o mau funcionamento das estações de tratamento. Para retirar o óleo e desentupir são utilizados produtos químicos, o que se torna prejudicial.

A FGVTN está pensando em novos projetos para trabalhar de um forma responsável com o meio ambiente.

Gabriela Sguarizi
RDO Brasil
Matéria publicada no site www.fgvtn.com.br

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O espetáculo vai começar!

As cortinas abrem-se novamente para mais um espetáculo! Entre os dias 20 e 30 de março, Curitiba será o palco para mais um Festival de Teatro de Curitiba, que está na sua 17ª edição. Serão apresentados mais de 300 espetáculos e performances em teatros, praças, ruas e bares da capital paranaense.

Mas este ano haverá mudanças, Leandro Knopfholz, um dos idealizadores do evento, está na direção geral no lugar de Victor Aronis. De volta ao Brasil depois de cursar um mestrado em Gestão de Entretenimento na Inglaterra, Knopfholz traz novas idéias de expansão para o Festival, que passará a se chamar “Festival de Curitiba”, sem a palavra teatro. O evento abrangerá outras manifestações culturais, como artes visuais e literatura, através da Usina de Idéias. O modelo é inspirado no Festival de Edimburgo (Escócia), do qual o Fringe – mostra paralela do Festival - foi copiado, que começou como um evento de artes cênicas e atualmente contempla manifestações artísticas variadas.

O Festival terá 22 espetáculos na Mostra de Teatro Contemporâneo, dos quais nove são estréias nacionais, entre elas Beatles – Num Céu de Estrelas com direção de Charles Möeller, Cruel (título provisório) com direção de Débora Colker e Hitchcock Blonde dirigido por Paulo Biscaia. Também acontecerão os tradicionais Fringe e Risorama, novidades como o projeto Residência das Artes, que busca um envolvimento direto das artes cênicas com a vida da cidade (produção do grupo Os Sátyros que será encenada em uma favela de Curitiba) e a mostra Carrossel, que leva uma programação de espetáculos selecionados do Fringe a cinco cidades da Região Metropolitana.

Para o Festival foram cadastrados 752 projetos de diversos lugares do Brasil e do mundo, como Espanha, Portugal, Alemanha, Inglaterra e Japão. Cerca de vinte estados brasileiros estarão representados nas peças da Mostra Contemporânea e da mostra paralela Fringe.

Os ingressos começam a ser vendidos a partir de 18 de fevereiro no quiosque do Festival no ParkShopping Barigüi em Curitiba e pela internet, no site da Ingresso Rápido.

Informações sobre locais e horários das apresentações e preços dos ingressos podem ser conferidas no site www.festivaldeteatro.com.br a partir de 15 de fevereiro. Na Mostra Oficial será cobrado R$30,00 por ingresso.

Programação

Mostra Contemporânea
Os espetáculos integrantes desta mostra são selecionados pela curadoria do evento por terem representatividade no panorama teatral brasileiro.

Atrações Infantis
Espetáculos com produção de destaque no contexto das peças infantis encenadas no país.

Fringe
O nome vem da similaridade com um evento escocês, que acontece em Edimburgo. O Fringe não tem uma curadoria, traz um grande número de espetáculos profissionais de companhias de vários estados. Nas ultimas edições o Fringe atraiu a atenção de grupos estrangeiros e também de artistas consagrados no Brasil.

Eventos Especiais
Estes eventos acontecem durante o Festival, complementando a programação. São desfiles, oficinas, exposições e outras manifestações artísticas.

História

Em 1992 foi realizada a primeira edição do Festival de Teatro de Curitiba. Desde então o Festival tem acontecido ininterruptamente em março de todos os anos. Já foram realizados 1607 espetáculos para um público estimado em 1,2 milhão de pessoas.

O Festival nasceu de uma conversa entre os estudantes Leandro Knopfholz e Carlos Eduardo Bittencourt, então com 18 e 22 anos, em uma mesa de restaurante. Eles tinham acabado de ver a peça New York, New York, de Edson Bueno, no Teatro Guaíra e lamentavam o pequeno número de peças de teatro em cartaz na cidade. Leandro sugeriu ao amigo que organizassem um festival na cidade. Em dezembro de 1991 eles promoveram a festa de lançamento do Festival, que iria estrear no dia 19 de março do ano seguinte.

Kelly Ayres
RDO Brasil
Matéria publicada na Revista Ética & Estética - ed. 35

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Muito mais do que filtrar a luz

O vidro como objeto de decoração

A origem do vidro é rodeada por mistérios. Não há dados precisos, mas historiadores acreditam que o vidro já era conhecido quatro mil anos antes de Cristo, pois foram descobertos objetos de vidro nas necrópoles egípcias. Conta-se que foram os navegadores fenícios os precursores da indústria do vidro. Os navegadores fizeram fogueiras na praia para aquecer suas refeições e perceberam que a areia e o calcário das conchas se combinavam através da ação da alta temperatura. Foi uma descoberta casual e hoje o vidro está presente no cotidiano de todos e tem múltiplas aplicações, desde janelas para casas e edifícios, pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, frascos, recipientes, copos, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica, entre muitas outras utilidades.

A base para fabricação do vidro sempre foi a mesma, o que mudou foram algumas composições e a tecnologia, que acelerou o processo e possibilitou maior diversidade para seu uso. Na decoração o vidro já era utilizado desde o século X, nos vitrais de igrejas e catedrais. O efeito da luz solar que penetrava pelos vitrais, conferia uma maior imponência e espiritualidade ao ambiente. Hoje os vitrais ainda são utilizados, tanto em igrejas, quanto nas casas. Também servem de base para acessórios como luminárias, porta-retratos, castiçais, cachepôs e até mesmo em móveis.

De acordo com a decoradora Rita Cardoso Alves, nos anos 70 a moda do vitral estava no auge, mas começaram a surgir muitos trabalhos de falsos vitrais, o que fez cair um pouco a procura. “Esses vitrais eram menos resistentes, quase que descartáveis”, explica Rita. Ela conta que o vitral falso é uma pintura no vidro, já o legítimo é composto por pedaços de vidros coloridos colados que formam o desenho. Rita esclarece que o vitral legítimo tem um custo bem maior do que um vitral pintado, pois “dá muito mais trabalho e o vidro utilizado é importado, o que encarece o produto”. O m² de um vitral pode custar de R$ 1.100,00 a R$ 2.500,00. “Mas esse valor vai depender de cada artista”, comenta.

Segundo a decoradora o vitral não pode ser utilizado em qualquer local, precisa haver uma boa situação para iluminação do vitral. “O que dá o efeito e mostra o colorido no vitral é a luz. Caso não haja uma situação de iluminação adequada, ela precisa ser criada artificialmente”, explica. Além disso, o vitral tem que se integrar com a decoração do ambiente. “Existe um projeto certo para cada necessidade”, expõe. O vitral tem que ser utilizados em ambientes certos e que exijam algo mais trabalhado. “Ele pode ser utilizado num hall de entrada, vão de escada, clarabóia e em divisórias, o que permite a decoração de dois ambientes”, descreve Rita. Já nos móveis, a decoradora conta que o vitral pode ser utilizado em armários de sala, tampos de mesa de centro e cristaleiras, “em móveis mais antigos, em que se queira aliviar a decoração”. Ela acrescenta que o vitral pode ser utilizado como um detalhe.

Além dos vitrais, o vidro pode ser aplicado em divisórias, tetos e paredes de ambientes residenciais e comerciais, assim como nos móveis: roupeiros, cristaleiras, frontais de gavetas, estantes, racks, tampos de mesas, aparadores, portas de armários de cozinha e de quarto, prateleiras. São utilizadas técnicas como jateamento, texturização, laminação e coloração, que tornam o vidro em um grande aliado na decoração.

Kelly Ayres
RDO Brasil
Matéria publicada na Revista Ética & Estética - ed. 35

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